terça-feira, 24 de março de 2015

15 coisas para fazer antes que os filhos cresçam

- Segurá-lo por uma hora inteira, enquanto ele descansa em seus braços (lembre-se de que em pouco tempo seu corpo não caberá mais nesse mesmo espaço).
- Sentir sua mão que a agarra com força, apesar de ter o tamanho do dedo mindinho.
- Cheirar seu cabelo, na tentativa de guardar para sempre na memória aquele aroma de bebê.
- Fazer caretas e vê-lo gargalhar. E perceber que a alegria não depende de mais nada.
- Deixá-lo dormir em sua cama naquela noite terrivelmente fria de inverno.
- Levá-lo à praia e passar uma tarde inteira pegando conchinhas.
- Marcar sua altura na mesma parede e adimirar de tempos em tempos.
- Comer chocolate escondido e vê-lo se perguntar de onde vem aquele cheirinho gostoso (que dó!).
- Inventar a história mais sem pé nem cabeça que lhe passar pela cabeça. Ele não discutirá o porquê "o príncipe aparece do nada para salvar a linda princesa".
- Aproveitar o título de mãe (ou pai) mais sabido do universo.
- Brincar de esconde-esconde e vê-lo com metade do corpo para fora do esconderijo, certo de que está muito bem escondido.
- Tomar chá imaginário, comer a comida do restaurante que ele acabou de abrir ou brincar de super-herói (com direito a correr com capa pela casa).
- Fazer com as próprias mãos seu bolo de aniversário (aproveite que nessa fase ele sempre dirá que ficou lindo, independente de seu grau de inabilidade para a tarefa).
- Abraçá-lo com todas as suas forças na saída da escola. Em alguns anos, isso será considerado "pagar o maior mico com a galera".
- Dizer "TE AMO" todos os dias! Para que nunca, sequer por um segundo, ele deixe de acreditar que você estará lá sempre que ele precisar.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

O primeiro aniversário de uma mãe

Vi hoje esse vídeo da Campanha da Pampers e achei muito legal afinal o primeiro ano é cheio de ansiedades, preocupações, medos, dúvidas... muita alegria e recheado de muito, muito amor!!!

O primeiro aniversário do bebê, é também o primeiro aniversário de uma MÃE!






Bruna S

Forminha para Ovos: Expectativa X Realidade

Comprei há um tempo atrás de um site da china, formas para fritar ovos.

 Eu via fotos de ovos de diversos formatos e até mesmo redondinhos e achava muito legal, principalmente com uma criança em casa, inovar na cozinha sempre é bem-vindo.
 Pois bem, comprei as tais forminhas em três formatos: Circulo, Flor e Coração.
A proposta é bem simples, colocar as mesmas em cima da frigideira, quebrar o ovo dentro delas e deixar fritar normalmente. Elas possuem um ‘pézinho’ para você colocar e tirar as forminhas.
Na prática, um pouco da clara do ovo escorre por baixo da forma, até aí tudo bem, porém, na hora de retirá-las, o ovo fica bem coladinho nas bordas. Precisa de um auxilio/garfo para desgrudar – com muito cuidado para não estragar todo o ‘formato’.

 
 
Eu já imaginava que esses utensílios não iam ser 100%, mas como o preço é baixo (U$ 1 cada forminha) acabei comprando pra testar.
A verdade é que na prática, os formatos não ficam bem definidos, todos ficam com formato de ‘circulo’ digamos de um modo bem grosseiro.
Comprei 2 circulares e 2 de desenhos pra testar e acertei, pois o circulo é o que mais vou acabar usando, pois o ovo fica bem certinho redondo, o que possibilita a você fritar vários ovos em uma frigideira sem misturá-los e na hora de servir ficam bem apresentáveis todos iguaizinhos.

As minhas forminhas são de metal, eram as mais simples e consequentemente mais baratas. Vi que também existe de silicone com a mesma maneira de ser usada, pode ser que essa não grude tanto. Alguém já usou a de silicone pra ver se tem o mesmo problema?

Quando eu comprei, procurei algum blog que me informasse se elas realmente funcionam ou não, e não achei. Então achei legal fazer esse post se alguém um certo dia tiver essa dúvida rsrs

Bjs,
Bruna S

sábado, 17 de janeiro de 2015

Livro: Educando Meninas


Comecei a ler o Livro "Educando Meninas" de James Dobson no final do ano passado. Estou tentando tirar um tempo extra para a leitura, mas com duas babys nem sempre é possível. Geralmente acabo terminando o livro em um prazo maior que o esperado. Ainda não conclui o "Educando Meninas", mas estou AMANDO. É um livro muito bom e com certeza toda mãe de menina deveria ler. Ele fala de vários aspectos sobre a menina, a adolescente até se tornar mulher, esposa, etc. O Mesmo autor escreveu o "Educando Meninos" e cita isso no livro e as diferenças que ele logo percebeu nesses mundos.
Vou escrever aqui alguns trechos do livro que gostei muito, assim, dá pra sentir um pouquinho de como ele é e aproveitar a indicação!
 
"O título que escolhi para este livro, Educando Meninas, faz uma asserção fundamental: pressupõe que os pais tem a responsabilidade não apenas de supervisionar o crescimento e desenvolvimento de suas meninas (e meninos), mas também de educá-las de modo deliberado, formando dentro delas certas qualidades e atributos de caráter. O sábio rei Salomão tratou dessa obrigação mais de 2.900 anos atrás quando escreveu: Ensina a criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele." (Pv 22.6)
 
 
"Especialistas em desenvolvimento infantil alertam sobre o perigo dos pais atraírem pedófilos ao vestirem as filhas como se fossem mulheres sensuais. A American Psychological Association (APA) adverte que a sexualização das crianças resulta nos três problemas de saúde mental mais comuns entre meninas e mulheres; distúrbios alimentares, baixa autoestima e depressão. Será que a APA precisa mesmo convencer mães e pais de que é pura estupidez transformar suas garotinhas de 6 anos em meninas insinuantes? "
 (Vejo isso acontecendo bem antes dos 6 anos, seja com roupas, produtos de beleza e etc. Pergunto-me: porque? O bonito é ser criança. A infância passa tão rápido. Temos que cultivar inocência de nossos filhos!)
 
   
"Vocês, pais e mães, são os únicos defensores que seus filhos têm. Não se pode esperar que a escola cuide daquilo que é, claramente, responsabilidade dos pais. Nem mesmo a igreja pode salvá-los. Os pastores procuram fazer frente contra uma cultura na qual o declínio moral é muito mais sério do que foi em nossa infância. Reunir-se com adolescentes nas tardes se sábado ou nas manhãs de domingo pode ser proveitoso, mas isso também não é suficiente."
  
 
"Claro que os meninos também são preciosos: passei três anos escrevendo sobre sua singularidade e essência.  Mas sua contraparte feminina cativa nosso coração de maneira diferente. As meninas nos encantam com sua sensibilidade e ternura, sentem tudo de modo intenso e têm o costume de abraçar a quem amam."

  
"Observei filhas conversarem com o pai. Quando você, pai, entra na sala, elas mudam. Tudo nelas muda: olhos, boca, gestos, linguagem corporal. Nenhuma filha permanece indiferente na presença do pai. Podem até ignorar a mãe, mas não você. Ficam radiantes, ou choram. Observam você atentamente. Apegam-se a cada palavra sua. Esperam receber sua atenção e aguardam com frustração - ou desespero. Precisam de um gesto de aprovação, de um aceno com a cabeça, indicando incentivo, ou mesmo de contato visual, para saberem que você se importa e está disposto a ajudar.
Quando está em sua companhia, sua filha se esforça ainda mais para se sair bem. Quando você a ensina, ela aprende com mais rapidez. Quando você a conduz, ela adquire confiança própria. Se você entendesse plenamente a influência profunda que pode exercer sobre a vida da sua filha, ficaria aterrorizado, maravilhado, ou ambos. Você é capaz de moldar o caráter dela de uma forma que namorado, irmão e mesmo o marido não podem. Sua influência se estende por toda a vida dela, pois ela lhe confere autoridade superior a de qualquer outro homem."
  
 
"Você precisa fazer uma pausa, abrir mais os olhos e ver o que sua filha tem de encarar hoje, amanhã e daqui a dez anos. É difícil e assustador, mas é a realidade. Embora você queira que o mundo a trate com cuidado e delicadeza, ele é de uma crueldade inimaginável - e nem espera ela chegar à adolescência. Ainda que ela não participe do que há de pior, está cercada de promiscuidade sexual, abuso de bebidas alcoólicas, linguagem vulgar e drogas, além de meninos e homens predadores que querem tomar algo dela."

 
 "Mães e pais, permita-me dar uma sugestão que talvez não queiram ouvir: criar bem os filhos requer sacrifício. A infância dura apenas um breve momento, mas deve ter prioridade enquanto passa diante dos seus olhos. Observe seus filhos com atenção. Pense no que estão sentindo e considere as influências sob as quais se encontram."  
 

Estamos juntos nessa linda jornada!
Bjs 
Bruna S

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Viajando de Avião com 2 bebês


    No final de novembro nos aventuramos em fazer uma viagem internacional com as duas babys, a Anne com 2 anos, e a Sarah com quase 4 meses.
    Li muito a respeito do que levar no avião, na viagem, etc etc. A Pediatra delas me deu uma lista de remédios que podiam ser necessários, e, me deu a maioria deles em Amostra Grátis, o que ajudou muito devido volume e quantidade de líquidos reduzida.
Ela receitou também um remédio para pingar no ouvido delas para a decolagem e aterrissagem, afim de evitar qualquer incomodo.
     O remédio é o ELOTIN e usamos duas gotinhas em cada ouvido.
    A Sarah como mama só no peito, mantive ela sugando na decolagem e aterrissagem do avião. A danadinha sempre mamou rápido desde RN, então na maioria das vezes o avião ainda não estava bem estável quando ela parava de mamar, mas, não sentiu absolutamente nada.

    Viajamos com a American Airlines e no trajeto interno ela foi no meu colo, depois da escala aqui dentro do Brasil, quando fomos direto à MIAMI, após a decolagem a aeromoça instalou o bercinho pra ela, que é preso diretamente na parede naqueles primeiros assentos prioritários.
O bercinho tem um "cinto" com zíper, ele fica por cima do bebê quase como uma coberta (rs)
O berço é relativamente pequeno, acredito que depois que a criança começa a sentar, ou com uns 6/7 meses o negócio já fica mais apertado e não tão confortável. Viajamos a noite, a pequena dormiu praticamente o voo todo, acordou 1 ou 2x só pra dar mais uma mamadinha porque afinal, dentro do avião ficamos com mais sede que o normal devido ao ar seco. Importante roupa confortável e quentinha. (No avião sempre é frio!)



     Agora, a Anne.
    Bom, ficamos em assentos separados no voo, eu e Sarah no prioritário e meu marido e a mais velha em assento normal, a sorte que a reserva estava nós 3 juntos na fileira central da aeronave, como depois conseguimos trocar o meu assento, os dois acabaram ficando com os 3 assentos, o que posso dizer que foi a salvação para uma noite mais tranquila, ou melhor, menos agitada...
    O nosso voo saiu com um atraso de mais de 4horas, o que desgastou muito ela. Embarcamos no avião, ela achou o máximo e interessante por alguns minutos (ela já tinha andado de avião com 1a e 3m), até que então, veio o sono incontrolável acompanhado de muito mau humor. Ela chorou acho que uns 40min no mínimo, eu escutava de longe pois estávamos separados (ponto bem negativo).
    Eu queria ajudar, mas ninguém podia levantar, aquela coisa toda de avião. Meu marido foi um verdadeiro guerreiro com grande paciência. Distraímos o que deu, com brinquedo, comida, mamadeira, iPad, músicas. Ela se rendeu, e dormiu deitada na horizontal em dois assentos, o que como já disse ajudou muito pois se tivesse que dormir sentada, os 40min de choro seriam transformados em 2 horas tranquilamente.
    A Anne não dormiu a noite toda, ela acordou várias vezes.
    Foi uma viagem longa, que não acabava nunca... Trocamos de assento eu e meu marido, revezamos, "mudamos de ares" e assim foi indo, até que chegamos.

     A Anne 2 dias antes da viagem desfraldou, o que ajudou mt tbm. Ela pedia para ir ao banheiro no aeroporto, avião... Mas pra dormir ela ainda usa fraldas, mais por precaução também.
    Para a Sarah eu levei 8 fraldas na mochila delas e mais umas 5 reservas na mala de mão.
Coloquei fraldas/lenço/pomada em uma bolsinha simples parecida com uma necesserie, o que facilita bastante a hora das trocas. Deixei sempre junto tbm um coeiro, que levava por tudo pra trocar ela, pra não colocar ela direto no trocador (o qual não é nada confortável, aqueles fixos na parede de plástico). A troca de fraldas no avião não é tão difícil como parece, mas sim muito apertada!
Segue os itens que levei para cada uma:


Bebê 4 meses:
  • Fraldas
  • Pomada
  • Lenço umedecido (compartilhado com a irmã se necessário)
  • 1 Cobertor
  • Paninhos de boca
  • Brinquedo (Levei um livro de tecido mega colorido que ela ama, tem um mordedor acoplado tbm. Nessa idade não precisou muita coisa)
  • Lenços de Papel
  • Roupas extras 

 
Criança 2 anos:
  • Fraldas
  • Calcinhas
  • Roupa extra
  • Casaco
  • Touca 
  • 2 Mamadeiras
  • Leite em Pó
  • iPad (usou mt, dica: baixei aplicativos e desenhos novos que ela viu a primeira vez durante a viagem)
  • Brinquedos (Papel, giz de cera, ursinho de pelúcia predileto, brinquedinho novo embalado - no caso dela foi uma bonequinha pequeninha, do tamanho de uma Polly que vinha com alguns acessórios)
  
  • Remédios
  • Termômetro
  • Carrinho
  • Bebê Conforto
  • Base para o Carro
  
    Levamos nosso carrinho Chicco que é relativamente grande mas priorizamos o conforto para toda a viagem. Pudemos levar ele até a porta do avião e lá eles etiquetaram e despacharam. O mesmo com o bebê conforto. Levamos tbm a base para engatar no carro - dentro da mala despachada. No retorno, como as malas estavam cheias, trouxemos a base engatada no próprio bebê conforto!
E, uma dúvida que procurei e não achei esclarecimentos: uma criança de 2 anos tem direito a carrinho. Na viagem vi até crianças mais velhas que tbm puderam embarcar com o mesmo, sem precisar contabilizar como uma mala. Fomos com 1 carrinho e voltamos com 2 - compramos um super power lá que as duas usam juntas! (Detalhes em outro post)
 
 

    Tudo o que vc vai fazer com a criança, sempre com calma e utilizando todo tempo do mundo (rs) - a viagem é longa. Ficávamos teeempo quando vinha cada refeição, ela se entreteu com as embalagens das comidinhas que eles servem, ficamos tempo abrindo a embalagem do presentinho... Enrolamos o quanto deu, porque definitivamente a nossa primogênita não tem um ritmo muito calmo.




    Na viagem de volta, nosso voo era durante o dia (eu hiper preocupada como seria), e, para minha surpresa, foi muito bom!
Todos dormimos bem a noite anterior e estávamos bem descansados, o que resulta em mais paciência, tranquilidade e bom humor. Mesmo no voo diurno todas as janelas são fechadas e luzes apagadas, como se tivesse em um voo noturno, o que facilita as sonecas e todos podem descansar. No retorno conseguimos assentos prioritários e juntos, o que foi muuuito bom pois a Anne ficava tempo em pé na nossa frente pois tinha espaço.
Já a Sarah, não curtiu mais tanto o bercinho. Totalmente normal tbm né, ficar o dia todo deitada já tendo dormido uma noite completa. Ela ficou bastante no colo e nós revezávamos. A Anne sentou na janela então ela curtiu ficar olhando pra fora e abrir e fechar muitas e repetidas vezes.
 
     Sem dúvidas é uma viagem super diferente e com outro ritmo, e, bem mais cansativa. Mas de um modo geral achamos tranquilo viajar com as duas (acho que porque nos preparamos para algo bem mais punk). As duas colaboraram bastante em toda viagem, mas isso eu deixo para contar em outro post. Já escrevi bastante.
    Espero que as dicas possam esclarecer a quem precisa, e tbm, se tiverem duvidas ou quiserem perguntar algo fiquem a vontade!

 
Bjs
Bruna S

Hello!


    E então, começo um blog! É, depois de tempo com a ideia em mente, estamos aqui também.
Minha intenção é compartilhar experiências minhas como mulher, como mãe, trocar ideias, conhecimentos, dicas, inspirações, receitas, fotos, matérias, textos... um pouco de tudo.
    Eu e meu excelentíssimo esposo, estamos juntos a 10 anos - casados a 5  - e temos mais de mil histórias para contar no nosso livro da vida, o qual, digamos de passagem, vem sendo muito bem elaborado por Deus.
     Há 2 anos e 5 meses chegou em nossas vidas a princesa Anne, nossa linda primogênita com energia de sobra, e, a 5 meses, a querida princesinha Sarah veio com um sorriso contagiante para completar a turminha. No tempo que planejamos, no momento que pensamos, suprindo e superando nossas expectativas, temos uma linda e abençoada família.
     Hoje posso dizer que me dedico totalmente a elas, sou também esposa, dona de casa, costureira, decoradora (e mais aquele monte de coisas que a mulher-mãe pode citar) e ainda tento conciliar com minha profissão corretora de seguros.
     Por sermos jovens, muitos nos questionam se nossas princess foram planejadas, se queríamos, ou se assustam e perguntam como foi. Posso dizer com todo meu orgulho que SIM, planejamos e tentamos por um longo período a vinda da Anne, e, depois, com a ideia já formada desde o início do namoro, veio a Sarah com 2 aninhos de diferença de idade entre as duas. Levamos a nossa vida de uma maneira simples e tranquila, mudamos sim a rotina com duas meninas pequenas, mas não deixamos de aproveitar o que sempre gostamos, continuamos nossas programações e elas tem sido grandes e especiais companheiras nessa linda jornada.
     É inevitável que um casal sofra mudanças com a chegada de um bebê, mas a maneira de lidar com elas é única de cada pessoa. E no fim, o que acontece é que com as mudanças, a gente muda também. Os interesses mudam, as prioridades mudam, as vontades mudam...  e o amor? O amor cresce, transborda, de uma maneira que só sendo provado para sentir a verdadeira intensidade.


Bjs
Bruna S